Domingo, 2 de Novembro de 2008

Contos de fadas

 

Considerado no seu sentido literal, o termo refere‑se somente a histórias fantásticas sobre fadas, seres de tamanho muito reduzido que habitavam o reino da fantasia e que fizeram parte integrante das crenças populares da Antiguidade greco‑latina e da cultura medieval europeia.
 
São seres imaginários, míticos, representados geralmente por mulheres dotadas de poderes sobrenaturais usados para o Bem (Fadas Madrinhas) ou para o Mal (Bruxas ).
 
Actualmente, o termo engloba uma variedade de narrativas, sobretudo histórias que por regra possuem elementos "atemporais" e que normalmente recorrem a heróis (ou heroínas) quase sempre jovens, corajosos e habilidosos que passam por aventuras estranhas, por vezes mágicas, que lhes servem de teste para um eventual destino feliz, e madrastas malévolas (ou padrastos) cuja função é dificultar‑lhes a vida ao longo da narrativa.
 
Toda a história se desenrola no sentido de demonstrar um princípio moral que ou aparece em apêndice ou é construído ao longo do texto.
 
Exemplos de histórias como estas encontram‑se em muitos países. Apesar das suas características ditas "universais", o conto de fadas tem sofrido alterações ao longo do tempo, de acordo com os gostos conscientes ou inconscientes de cada geração.
 
Tal como o mito, também o conto de fadas apresenta seres e acontecimentos extraordinários, mas, em contrapartida e tal como a fábula, tende a desenrolar‑se num cenário temporal e geograficamente vago, iniciando‑se e terminando quase sempre da mesma forma: "Era uma vez..." e "Viveram felizes para sempre."
 
Entre os muitos exemplos destacam‑se; "A Cinderela"; "A Branca de Neve e os Sete Anões"; "A Bela Adormecida"; "O Capuchinho Vermelho"; "João e o Feijoeiro Gigante", etc.

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